As alunas do CIn-UFPE Carol Cani e Lhaís Rodrigues fazem parte da equipe do Mete a Colher, rede colaborativa que busca ajudar mulheres que sofrem com relacionamentos abusivos e violência doméstica, que agora inicia uma nova etapa e pretende virar aplicativo. Mas isso depende do sucesso da campanha de financiamento coletivo lançada pelo grupo através do site Benfeitoria. Dos 45 mil reais de meta, o projeto já arrecadou pouco mais de 7 mil reais com a colaboração de mais de 100 doadores. 



O Mete a Colher surgiu em março desse ano durante a edição da Startup Weekend Women, em Recife. Com os conceitos sororidade, inovação tecnológica a serviço da sociedade e emponderamento feminino, a rede, idealizada pela analista de mídias sociais Emily Blyza, alcançou o 3º lugar da competição. Em uma semana de funcionamento no facebook, a rede conseguiu alcançar mais de mil pessoas e atualmente conta com mais de 32 mil seguidores. Agora, as desenvolvedoras querem tornar o suporte mais automático e eficaz. 



Em parceria com uma empresa privada, o Mete a Colher conseguiu lançar um aplicativo simbólico para manter a infraestrutura do projeto durante um ano. Para a equipe, “o momento tecnológico atual, em que boa parte da população tem acesso à internet e usa smartphones, deixa claro que a tecnologia, junto com o feminismo, é uma das grandes armas para empoderar mulheres e combater a violência doméstica”. A rede trabalha oferecendo assessoria jurídica, apoio psicológico, abrigos e inserção no mercado de trabalho para mulheres vítimas de qualquer tipo de violência e abuso. 



Você pode doar para o Mete a Colher através do link: https://benfeitoria.com/meteacolher. Há várias opções de recompensas disponíveis de acordo com o valor que for doado. Acompanhe as novidades do projeto pela página do Facebook: https://www.facebook.com/appmeteacolher/



Como fazer o download e usar o aplicativo — Após baixar o aplicativo "Mete a Colher", é necessário fazer uma cadastro, mas a usuária pode decidir se vai utilizar de modo anônimo. Entre as opções estão "Preciso de ajuda" e "Quero ajudar". Ao escolher uma das opções, o app cruza os dados. A vítima pode escolher o tipo de ajuda que precisar e o app indica quem pode fornecer essa ajuda e aquela que está mais próxima para auxiliar.

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