Para quem pensa que o mundo da informática é legado aos “nerds” e não tem nada a ver com arte, o mestrando Filipe Calegario prova o contrário na palestra organizada pelo DA de Ciência da Computação sobre Arte, Música e Computação. O evento acontecerá no dia 22 de março, às 15h, no Anfiteatro do Centro de Informática (CIn) da UFPE.
 
Filipe atualmente pesquisa formas experimentais de criar novos instrumentos musicais digitais e já participou de diversos eventos nacionais e internacionais como o Digital Sensations (Londres), Nokia Push Showcase (Londres), FILE 2010 (São Paulo), Continuum 2010 (Recife), FAD 2010 (Belo Horizonte), FILE RIO 2010 (Rio de Janeiro) e Interactivos?’10 (Belo Horizonte). O estudante também foi premiado no FILE PRIX LUX 2010 e no “Conexões Tecnológicas” realizado pelo Instituto Sérgio Motta, com o trabalho “Marvim Gainsbug”.
 
O interesse por uma área multidisciplinar na computação veio de sua inquietude com os perfis tradicionais com os quais tinha contato e de sua vontade de aplicar conceitos que tinha aprendido no curso em áreas que o estimulavam como Música e Arte. “Eu não me satisfazia com os perfis tradicionais nos quais estava tendo contato, então inspirado por pessoas como Geber Ramalho, Jerônimo Barbosa e Jarbas Jácome, quis explorar mais áreas como Computação Musical, Arte e Computação, Jogos.”, diz Filipe. Segundo o mestrando, os profissionais de Ciência da Computação podem se beneficiar da arte para se inspirar e atiçar a criatividade no trabalho.
 
Sem nenhuma pretensão de demonstrar um conjunto de regras, métodos ou processos formais, Filipe apresentará vários exemplos de projetos de unem computação, arte e música e especula que uso de técnicas de experimentação artística podem trazer insights criativos para projetos na área de computação.

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