Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), promove o mês de prevenção ao suicídio no Brasil, o Setembro Amarelo. O tema de 2022 é “A vida é a melhor escolha!” e o Centro de Informática (CIn) da UFPE vai promover diversas ações voltadas para a conscientização sobre saúde mental.

O Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica (NEAP) do CIn organizou uma programação com oficina para discutir e conversar sobre saúde mental, como procurar ajuda e tipos de tratamentos. A programação conta ainda com diversos psicólogos de plantão disponíveis durante o mês de setembro para atendimento individual e gratuito.

Confira a programação completa:

Oficina “Aprendendo a flexibilizar pensamentos e a promover mudanças significativas no dia a dia”, com Nancicleide Chaves (CRP 02/25538): 30/09, às 12h, no Anfiteatro do CIn/UFPE

Plantão Psicológico

Dia 08/09 – 14 às 17h – Paula Jaeger (CRP 02/19695);

Dia 09/09 – 9 às 12h – Jéssica Sampaio (CRP 02/17926);

Dia 12/09 – 9h às 13h – Cleonice Alaíde de Barros (CRP 02/25269);

Dia 12/09 – 13h às 17h – Ana Cláudia Melo (CRP 02/25794);

Dia 19/09 – 9h às 13h – Edna Behar (CRP 02/1336);

Dia 19/09 – 13h às 17h – Nancicleide Chaves (CRP 02/25538).

Para agendar o atendimento psicológico o estudante deve preencher este formulário.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são registrados mais de 1 milhão de casos de suicídio em todo o mundo e, só no Brasil, os registros ultrapassam 14 mil casos de suicídio por ano, sem contar os episódios subnotificados. Entre os casos registrados, praticamente 100% estavam relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente.

Por isso a necessidade de falar sobre o assunto para que pessoas que estejam passando por momentos difíceis possam buscar ajuda. A informação também auxilia a identificar pessoas próximas que possam estar passando por isso e oferecer uma escuta ativa, empática e sem julgamentos, além de instruir sobre a rede de apoio existente e a ida ao médico psiquiatra, que sabe como melhor manejar a situação.

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