Marcela Arruda Asfora conquista vaga em programa internacional e destaca a importância da pesquisa na graduação para ampliar horizontes acadêmicos e profissionais
A estudante de Engenharia da Computação do Centro de Informática (CIn) da UFPE, Marcela Arruda Asfora, foi selecionada para um estágio internacional de pesquisa em cirurgia robótica no Instituto Max Planck, uma das instituições mais reconhecidas do mundo na área científica. A oportunidade representa mais um exemplo do potencial de internacionalização e excelência acadêmica dos estudantes do CIn-UFPE, além de reforçar a importância do envolvimento com pesquisa ainda na graduação.
Marcela destaca o incentivo recebido dentro do CIn para explorar a pesquisa acadêmica. Professores como Divanilson Campelo tiveram papel importante nesse processo, incentivando estudantes a se aproximarem da produção científica e das oportunidades de desenvolvimento acadêmico.
Ao longo da graduação, a relação com a área também se fortaleceu por meio do RobôCIn, equipe de robótica do Centro de Informática. “Eu sempre ouvia falar muito sobre o time e sobre as competições de futebol de robô, então acabei entrando por volta do quarto ou quinto período. Lá, tive contato com pessoas extremamente apaixonadas pela área, o que me aproximou ainda mais da robótica”, conta.
O processo seletivo teve alcance mundial e reuniu 995 candidatos de 75 países. Apenas 25 participantes foram selecionados. A primeira etapa consistiu no envio de currículo e carta de recomendação, seguida por entrevistas envolvendo trajetória acadêmica, motivações, interesses de pesquisa e questões técnicas relacionadas ao projeto.
Para Marcela, a experiência internacional tem potencial para transformar sua formação acadêmica e profissional. “O Max Planck é uma das instituições mais reconhecidas do mundo na área de pesquisa, então ter a oportunidade de trabalhar nesse ambiente certamente agrega muito, independentemente de eu seguir carreira acadêmica ou ir para o mercado”, afirma.
Marcela também reforça a importância de tornar as oportunidades acadêmicas internacionais mais visíveis entre estudantes de graduação. “Acho que é muito comum enxergar oportunidades desse nível como algo muito distante da realidade. Mas, quando vemos pessoas próximas conseguindo essas vagas, isso ajuda a tornar esse caminho mais concreto e possível”, destaca.
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